Estratificação Contínua e Absoluta: A avaliação de risco deve ocorrer em todos os atendimentos pré-natais (médicos e de enfermagem). A gestante nunca recebe alta da APS. Uma vez classificada como Alto Risco (≥10p), ela não retorna para risco habitual nesta gestação.
Risco Intermediário (5 a 9 pontos): Acompanhamento integral na APS com plano de mitigação, fortalecimento do apoio sociofamiliar e suporte de teleconsultoria assíncrona (Telessaúde-SC / MFC).
Alto Risco (≥ 10 pontos) & SISREG: Encaminhamento prioritário ao AAE/PNAR com cuidado compartilhado com a APS. É mandatório registrar no SISREG: DUM, IG, DPP, paridade, exames alterados e mapas de pressão/glicemia para evitar devoluções e subclassificação.
Sinais de Alerta de Urgência/Emergência (Quadro 3): Crise hipertensiva (PA ≥ 160/110), suspeita de eclâmpsia, hemorragia genital (DPP/placenta prévia sangrante), bolsa rota (<37s) ou movimentos fetais ausentes exigem estabilização imediata na UBS, acionamento do SAMU (192) e transferência imediata à emergência obstétrica (não aguardar SISREG).
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Risco Habitual
Conduta Clínica Recomendada
Acompanhamento pré-natal regular na Atenção Primária à Saúde (APS).
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